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    Sigam-me os bons

    14 de novembro de 2009

    E os inimigos eram elas

    O dia em que a minissaia de Geisy entrou no
    fogo cruzado entre mulheres e feministas


    Feminista discute com alunas anti-Geyse
    na porta da Uniban (foto Bianca Alves)


    Final de tarde do último dia 9. É dia de luta, e elas estão preparadas. Carregam bandeiras púrpuras e vermelhas. Tocam tambores. Empunham cartazes com imagens de mulheres algemadas e amordaçadas. "Ditadura Uniban”, “Contra todas as formas de discriminação”, “Grite! Pra nunca mais ninguém tentar te calar”, “Mulher não é objeto” são os dizeres. Sobre o trio elétrico alugado, puxam a palavra de ordem:

    — A violência / contra a mulher! Não é o mundo / que a gente quer!

    Representantes de entidades feministas, partidos de esquerda e da União Nacional dos Estudantes. A maioria são mulheres, vestindo roupas largas e com pouca cor, sem batom ou maquiagem. Todas unidas para protestar contra a decisão da Uniban de expulsar Geisy Arruda pelo crime de caminhar rebolando numa minissaia rosa choque. É a luta das mulheres contra a opressão masculina, o movimento estudantil contra os reitores reacionários. A manifestação, cerca de 100 pessoas, estaciona em frente ao câmpus de São Bernardo de Campo e é logo recebida por uma muralha de estudantes irritados, enfileirados diante dos portões da universidade, que distribuem vaias, xingamentos e bate-bocas. Aí vem a surpresa.

    Os inimigos mais exaltados da manifestação feminista, aliados da opressão masculina, são justamente as mulheres — algumas até exibindo decotes, saias curtas e blusas de alcinha. Estão na linha de frente da força anti-feminismo em defesa da Uniban, ao lado dos homens, gritando suas contra-palavras de ordem:

    — Uh, fora! Uh, fora!

    — Vão lavar roupa!

    — Vão arrumar o que fazer!

    — Vão para um bingo!
    Cleoni Santos: "chocada" com a
    postura das alunas (foto Bianca Alves)


    São minoria, coisa de uma centena. A maioria dos estudantes observa a aglomeração de longe, dá risadas e, depois de algumas tentativas de aparecer na frente das câmeras de TV, deixa a muvuca para trás e vai para as salas de aula. Mas é uma minoria barulhenta.

    — Vocês não estavam aqui — diz uma das alunas. — Não sabem o que aconteceu naquele dia.

    — A menina foi atacada e humilhada pelos colegas. Isso... — responde um manifestante.

    — Ela se exibiu. Desfilou. Ofendeu a moral dos outros.

    — Que moral é essa que leva a agredir uma mulher?

    — Existe uma ética. A pessoa não pode vir nessa universidade usando uma roupa daquele jeito.

    E a discussão prossegue sem fim. Algumas militantes estão perplexas. Carregando um cartaz com a imagem de uma mulher amordaçada, Cleoni Santos, 51 anos de idade e 18 de luta política, hoje à frente da Pastoral da Mulher Marginalizada, está impressionada:

    — Estamos todas chocadas. A gente ver mulheres jovens com uma posição tão ditadora, tão... eu não tenho nem palavras. O movimento feminista ficou surpreso.

    O embate mistura os avatares do eterno game das lutas sociais. Defensoras de mulheres batem boca com mulheres. E o movimento estudantil? Onde estão os revolucionários dos diretórios acadêmicos, vestindo camisetas de Che Guevara, reclamando contra o fascismo da reitoria e exigindo democracia no câmpus? Aqui não há nada disso. Não na Uniban.

    — Desde que aquele aluno foi assassinado no Calabouço, os estudantes sempre lutaram a favor dos estudantes. E as mulheres sempre lutaram a favor das mulheres — compara Vanda Nunes Santana, 45, militante da Marcha Mundial de Mulheres. — É a primeira vez que vejo isso: aluno contra aluno.

    Sabrina Sato em vestido provocante, mas
    sem gritos de "puta, puta" (foto Bianca Alves)


    Perto dali, estudantes se espremem dentro dos ônibus azul, vermelho e branco da EMTU a caminho da universidade. Os celulares não param de tocar.

    — Ah, que baixaria... — diz uma delas para o telefone. E depois, para as amigas, sorridente: — Gente, diz que o Pânico está lá na entrada. A Sabrina Sato chegou com uma roupa rosa igual à dela. Podia ser o CQC, né? Pelo menos eles são gatinhos.

    — Deu em tudo lugar. Até no New York Times. Chique!

    — E ela saiu bem na foto do site. Ficou parecendo até que ela era bonita.

    — Mas a Uniban cagou, hem? Expulsar a menina da faculdade? Nada a ver. Deixa a menina estudar, gente.

    — Eu acho que a Uniban está até gostando dessa mídia toda.

    — Fica de olho para ver que hoje eu vou aparecer na televisão, tá bom? Tchau — e desliga o celular. — Vou aproveitar e distribuir meu currículo para o pessoal da televisão. Quem sabe não consigo alguma coisa?

    Cartazes do protesto (foto Bianca Alves)

    Estudantes da Uniban, uma galera que costuma sair do trabalho e ir direto para a faculdade de ônibus, arrastando-se em meio ao trânsito atulhado da avenida Anchieta. Daí desembarcam e dão de cara com uma pequena multidão de militantes que, diante de câmeras, flashes e microfones, dispara ataques como:

    — A Uniban não é uma universidade. Não serve para educar ninguém.

    — A Uniban não forma estudantes. Forma animais.

    Não admira que o protesto não tenha conseguido a simpatia dos alunos.

    — Não gosto de ver o nome da minha faculdade ser jogado no lixo — reclama uma aluna de 57 anos, que se identifica apenas como Maria. — Ainda mais por causa de uma menina como a Geisy.

    O que Geisy fez?

    — Ela subiu a rampa rebolando e mostrando a bunda. Ela tinha que se colocar no lugar dela de mulher.

    Não que a marca Uniban fosse sinônimo de credibilidade antes de a universidade resolver queimar numa fogueira o vestido rosa choque de Geisy e suas redundâncias. Acostumada a frequentar a lanterna das avaliações do MEC, os cursos da Uniban sempre foram daqueles que os alunos escolhiam unicamente pelo preço, um diferencial que a universidade explora descaradamente: o chamariz "Cursos a partir de R$ 199" é o primeiro que salta aos olhos de quem acessa o site da empresa, sem qualquer menção a qualidade dos cursos ou dos professores. A Uniban é o equivalente educacional dos pratos feitos dos botecos, dos salgadinhos de isopor e dos empréstimos extorsivos das financeiras. Pode não ser grande coisa, mas é o que você pode pagar, certo? Nessas condições, não dá para esperar que os estudantes queiram mudar o mundo ou que encarem o saber universitário como algo além de uma ferramenta que pode ajudá-los a conseguir um trampo melhor. Pelo contrário: é um ambiente bom para o cultivo de conformismos, a adequação a padrões estabelecidos, o espírito de manada.

    Uma das únicas manifestantes de batom (foto Bianca Alves)
     
    — Quanto vocês receberam para estar aqui? — pergunta um aluno para uma feminista, sem esperar a resposta. (Mas é claro: alguém só iria até a universidade e faria aquele escarcéu de gritos e bandeiras se estivesse rolando grana na parada. Que motivação alguém pode ter para agir se não for grana?)

    Muitos dos alunos ficaram contra a decisão de expulsar Geisy, mas ninguém se animou a fazer algum tipo de reclamação formal contra a reitoria. Para quê? Esse assunto já deu. Quem liga para essa menina? O que eles querem é estudar, conseguir logo o diploma e arrumar um emprego que justifique o dinheiro gasto para comprar o canudo.

    — A imprensa não tem assunto! A imprensa não tem assunto!

    Era outra das palavras de ordem dos estudantes, revoltados com a cobertura sensacionalista da mídia.

    — A imprensa nem quer saber do que aconteceu. Eles só querem mídia — reclama Marcia de Paula, 25 anos.

    Como ela é uma estudante de Rádio e TV, pergunto se ela terá uma postura diferente quando estiver no mercado de trabalho.

    — Não. Vou fazer igual vocês estão fazendo. Vou fazer o meu trabalho.

    Nada de desafinar coros, remar em contracorrente. Muito menos desertar do pelotão de apedrejamento da Geny da Uniban

    — A Geisy mereceu ser discriminada como foi — afirma Paula, com convicção. — Porque ela levantou a saia. O vestido dela não ia até os joelhos, como apareceu na Record. Ela estava provocando.

    Engraçado como ninguém culpa os homens que criaram o tumulto na universidade. Eles não eram responsáveis pelo que faziam, apenas respondiam a uma provocação. Para a Uniban, Geisy é a Piranha Suprema, a serpente da Babilônia que enlouqueceu centenas de homens ao balançar suas coxas endiabradas mal cobertas pelos véus de pomba-gira rosa choque.
     Cenas do protesto  (foto Bianca Alves)

     E não foi exatamente por causa do vestido curto. Outras meninas da Uniban também usam roupas curtas, blusinhas, decotes. Pelo que os alunos contam, o delito de Geisy foi ir contra os padrões considerados aceitáveis pelas outras alunas. No seu perfil do Orkut, em que adota a identidade de **Loirão* tenta quem sabe vc consegue, Geisy integra comunidades como Sou Loira,Perua e Amo Rosa, *Eu ñ ando, desfilo!*, Sou Gostosa!Fazer oq?Eu posso! e TE INCOMODO?? Que peeena!. É o retrato em pixels da menina que gosta de provocar os homens, ser desejada, chamada de gostosa e que não liga para a opinião da maioria. Uma postura que pode ser perigosa em alguns ambientes. Afinal, quem gosta de mulheres livres? Nem as feministas — pelo menos, algumas delas.

    — Quando um homem chama uma mulher de "gostosa" na rua, está dizendo que aquela mulher é inferior a ele — proclama uma das feministas de microfone em punho sobre o trio elétrico.

    Então, um homem chamando uma mulher de gostosa está no mesmo nível de barbárie da turba que fez Geisy se trancar numa sala sob os gritos de "Puuuta, puuuta"... Duvido que a própria Geisy, motivo do protesto, concordasse com uma sentença dessas.

    Cenas do protesto (foto Bianca Alves)

    Às oito horas, o clima é de fim de festa. Sabrina Sato e seu vestido rosa já foram embora. O trio elétrico e a maior parte dos manifestantes, também. Os alunos voltam para a sala de aula. Quem ficou na calçada rodeia a equipe da Record, para fazer a dança do siri ou gritar "GOSTOSA!" para a repórter que tenta fechar uma passagem.

    — Quer ouvir o que ninguém contou sobre a Geisy? — um grupo de alunos, meninos e meninas, me rodeia, ávidos para compartilhar segredos.

    Gravador e bloco de notas em punho, me preparo para ver desvelados os mais constrangedores segredos de alcova. Pronto para conhecer detalhes de orgias envolvendo Geisy ao lado de porco-espinhos xifópagos, madres superioras com falos portáteis e malabaristas com priapismo crônico, peço:

    — Claro. Conta aí.

    E eles me revelam:

    — Ela tinha foto no Orkut com a perna cruzada e sem calcinha.

    — Naquela noite, ela desfilou com a minissaia. Teve hora que levantou o vestido de propósito.

    — Depois que a confusão começou, uma menina ofereceu uma calça legging para ela colocar no banheiro, mas ela não quis.

    — Um dia antes, sabe o que ela faz? Foi num barzinho toda agitada, toda alegre. Tirou a blusinha e ficou só de top.

    Hum, tá.

    Era isso?

    As mais chocantes histórias sobre a Devassa da Uniban se resumem a isso aí. Na Uniban, é currículo mais do que suficiente para alguém perder qualquer direito à dignidade.

    Do outro lado da rua, a menos de cem metros dali, carros continuam a entrar e sair sob o letreiro em neon vermelho do MOTEL TREVO. Discussões sobre minissaias, tops e moralidades ficam do lado de fora.

    84 Metendo a boca:

    Anônimo disse...

    Pq esse povo dessa Uniban não vai estudar pra ver se aprende a pensar, ou largar a mão de ser burro? Vão se lascar cambada de imbecil!
    helena

    Tiago disse...

    Não consigo entender como no país da bunda tenha tanta gente hipócrita de negar esse fato e disposta a se considerar dono de uma verdade e moral superiores...
    Quase todos os grupos que defendem uma causa acabam sendo muito intolerantes com quem não a defende ou que não concorda com todas as idéias (o que é um paradoxo interessante), como é o caso das super-feministas ou dos anti-racismo.
    Se a defesa das minorias alcançar a maioria da população se torna uma opressão da maioria, deve ser por isso que quase ninguém adere de fato aos movimentos já citados, manter uma lógica na existência deles.

    PS: Bom texto.
    PPS: Assino o feed há um tempão e hoje foi a primeira vez que o post apareceu inteiro nele, não só o título, gostei muito disso.

    Ieda Dias disse...

    Você foi tão preciso e escreveu tão bem, que não tenho absolutamente nada a dizer a não ser. Parabéns e obrigada. Obrigada por um texto de tamanha qualidade.
    eidia
    www.oqueivipelomundo.blogspot.com

    Anônimo disse...

    é, fausto como lidar como um numero tao grandes de mulheres que gostam de andar se mostrando e se exibindo e nao permitem de nenhuma forma que outras mulheres façam o mesmo. Enquanto tiver mulher no mundo, o mundo será veementemente machista, mas nao pela força dos homens mas pela marginalizaçao da mulher contra a propria mulher. Vimos no caso da Geyse, mulheres complexadas com um nivel intelectual de inveja bem preparado e em nivel elevadíssimo,. Elas sabem a todo custo como denegrir e como acabar com aquela que a sua pior inimiga,a geyse, aquela que encanta os homens pelos seus dotes fisicos, e que por isso e sua pior rival. Elas parecem ter resposta para tudo que diz respeito a esse assunto, para esses grupo de mulheres revoltadas com sua propria semelhança, resolver essa situaçao so mesmo punindo a Geise,porque a Geyse conseguiu fazer o que muitas embora fiquem horas na frente do espelho nao conseguem, chamar a atençao , provocar e encantar , homens , mulheres e ate elas mesmos. A atençao desse homens que elas tanto desejam precisa ser delas, e áaaai da mulher que conseguir o que elas nao conseguem, muitas vezes o maximo que que conseguem e um boa noite. A geyse sabe como chamar a atença dos homens, ela tem o canto encantado de uma sereia e ela pode, e isso incomoda.Com a puniçao da Geyse, elas terao seus caminhos abertos , elas se sentirao livres para serem a proxima Geyse, que elas tanto criticam. No seu consciente, bem consciente elas desejam ser a propria Geyse, e como dois corpos nao nao ocupam o mesmo lugar no espaço , elas precisam detonar a Geise. Precisar detonar, a moral, a vida pregressa e qualquer chance da Geise ser a garotas dos sonhos dos marmanjos barbados selvagens e talvez enrustidos.Elas desejam ser elogiadas , desejadas e ate mesmo amadas como a Geyse. Mas elas esquecem que estao criando a sua propria mordaça e talvez serao mais sensuradas e boicotadas do que a Geise.
    Cheguei a conclusao com esse desfecho todo, que o mundo sempre sera machista, nao pela atitudes dos homens, para pela decisao das proprias mulheres.Nao sentirei qualquer compaixao quando vir qualquer mulherada ser arrastada pelos cabelos por suas atitudes, afinal de contas, elas mesmo sao as que massacram suas propria raça. Elas nao sao as vitimas quando encuraladas como acontece nos paises muçulmanos, elas sao os algozes disfarçados na pele do homen que as detém. Elas criaram essa condiçao e assim determinaram para que nao tivessem rivais. cheguei a conclusao que o mundo precisa ser dos homens, ainda sendo mulher, ja que a mulher nao suporta sua propria especie . Acho que mais do que guerras , ja teriamos varias bombas e o mundo talvez ja nem existisse´. Porque mulher com mulher nao existe relaçao, existe competiçao. Viva aos homens que conseguem entender que nem todas mulher merece ser tratada como mulher.A esses meus parabens. Termino esse texto, muito mais certa do que antes, que o melhor para a propria mulher e que o mundo seja mesmo dos homens, pois o que seriam daquelas menoria que ama a sua propria especie, seria disseminada severamente pela maioria que odeia e propria especie. Aos homens parabens pela uniao, ate sei agora porque temos poucos homens e ainda parte deses pouco ainda preferem estar com outro homem.Viva a uniao dos homens!!!!!!!!!!!!!!

    Renata disse...

    Fausto e Bianca, a dupla dinâmica (ou, o casal 20). Bela matéria, belas fotos. Vocês vão longe, queridos. Beijos cheios de saudades de toda a família Bixô.

    Fausto Salvadori disse...

    Valeu, Renata. Um beijo para você e seus homens.

    smorki disse...

    ...sexo SEMPRE vai ser tabu, até o fim dos tempos.

    @Anônimo 9:40:
    Homem mede pau, your argument is invalid. Vocês também NUNCA vão conseguir deixar de competir.

    Ana disse...

    Sempre falaram que se o mundo estivesse nas mãos das mulheres, seria um lugar melhor. Mas acho que não. O mundo SEMPRE esteve nas mãos das mulheres. Sabe aquela história "atrás de um grande homem, existe uma grande mulher"? É isso aí. E tá como tá.

    Acho que as mulheres são as grandes culpadas do mundo mesmo. Somos invejosas e vingativas. E tudo isso dá pra ver no pequeno universo da Uniban.

    leonardo disse...

    O ser humano acima do sexo feminino diz que atras de cada homem existe uma grande mulher.
    Prefiro ver , atras de cada grande homem existe uma faminta sangue suga!
    Quantas mulheres tem no senado ? e na camara dos deputados ?
    A pera mulher tem la sim, de secretaria. HAHAHA
    compre sua brastemp e seja feliz dona de casa enquanto eu saio com sua melhor amiga.

    Karina disse...

    O horror, o horror... E Nelson Rodrigues teria muito material para se inspirar hoje em dia.

    Anônimo disse...

    depois de tudo que aconteceu com essa moça, eu esperava das mulheres uma posiçao de ataques a esses homens, mas tudo o que eu consegui ver, foram os ataques dela a essa vitima.Ja nao tinha boa opiniao a respeito dessa raça que tambem faço parte, mas agora siceramente , percebi que esses seres sao parte do grande tormento da humanidade. Quando o louco do Hitler, resolveu exterminar a humanidade, ele tinha duas mulheres do lado, a mãe, que nao sei que eduacaçao de a ele e a tal da Eva, a amante dele na epoca, . Quando acabou a guerra eles se suicidaram juntos, porque embora nao nao tivesse feito parte do holocausto diretamente, estava assim como ele por tras daqueles horrores. Muitas vezes o homem escuta a mulher, eu sei que embora muitos pensem que e o homem que manda dentro de casa , mas nos sabemos mesmo que a mulher tem grande força na relaçao,.;;;; Das familias que conheço os homens tinham a força e o controle no inicio, mas depois esse controle vai sendo passado para a maos das mulheres.E sao elas exatamente elas que educam os homens , entao se o homen nao tem educaçao nem respeito pelo proximos, elas sao as unicas culpadas.

    kinha disse...

    Muito boa postagem! Ótimo senso crítico que dispensam meus comentários. Eu acredito que isso que a gente vê hoje é resultado dessa "banalização" do saber, as faculdades não estão mais preocupadas em formar pensadores, nem de longe, se preocupam em formar a massa. A luta pelo respeito à diversidade não é meramente feminina, é uma causa humana. Continuo acompanhando!

    Anônimo disse...

    Adorei seu texto...aliás, adoro sue blog. Infelizmente algumas mulheres conseguem superar os homens ño machismo. As alunas da Uniban (as q são contra a Geyse) são falsas moralistas e muito invejosas. Devem ser mal amadas tbm. Nós mulheres somos livres, ninguem contou pra essas meninas não? O q eles fizeram na Uniban não tem justificativa. Se vestir inadequadamente não é crime, ser Put tbm não. Logo, qual a razão daquela selvageria? Despeito dos homens pq não conseguem um mulherão e inveja das mulheres. Agora alegam q estão acabando com o nome da "Universidade", isso é uma Universidade??? Deus meu, estamos no final dos tempos mesmo.

    Raphael Tsavkko Garcia disse...

    As mulheres acabam por aderir à idéia de que são realmente objetos e inferiores aos homens, esta é a parte mais lamentável. Não entendo como as feministas possam ter ficado chocadas, esta é a realidade.

    Não surpreende, só enoja que as mulheres achem que são apenas objetos e, no fim, "gostem" da situação sem sequer saber o que fazem...

    tsavkko.blogspot.com

    Anônimo disse...

    è incrvivel mesmo mas todas ou quase todas as manifestações anti geise foram de mulheres da uniban. Incrivel oh raça ruimmmmmmm!!!!!!!

    Leider Lincoln disse...

    Uniban que o pariu!
    Textaço!!! Bom às pampas mesmo...
    Indexei o blog!

    Bob Rose disse...

    Estou muito feliz por ter descoberto este blog.

    Lu-Bau.Blog disse...

    Mas a loira da Uniban está se assumindo um objeto da mídia. Vão sugar tudo dela. Quando ela se der conta que foi usada por todos será tarde.

    Fabiana disse...

    O dono do Blog é mesmo um Fanfarrão Fantástico! Destruiu com o debiloide do e-mail anônimo que acusava moralmente a aluna Geisy. É mesmo possível, em pleno século XXI, se esbarrar com uma figura tão bocó como esta? A situação é que acusam a vítima (Geisy) de 'puta' por usar vestido curto? E deste quando isso é crime? No país de bundalêlê como o nosso a preocupação gira em torno de vestido curto? Crime é a corrupção que alastra o pais. Crime é ver seu semelhante morrer de fome. Devíamos estar preocupados com a nossa grande dívida social com as mulheres, negros e pobres. E não cristalizar e instalar o preconceitos num dos campos de saber, a universidade, que deveria jorrar criticidade e estender aos seus alunos a formação de consciências preparadas para o DIFERENTE. Imagino a espécie de profissionais que se formam nessa universidade. São alunos(as) que futuramente estão proferindo e repassando no seu cotidiano os valores mais ocos aprendidos na meio acadêmico. Vamos aqui sepultar a falta de ética da universidade e parabenizá-los por contribuir com o avanço e disseminação do preconceito. Agora façam um pequeno exercício: imaginem essa camada de alunos ‘politicamente corretos’ que acusam a vítima em qualquer praia do pais?! Os santos iriam pisar na batatinha, pirar de vez ao ver corpos de mulheres e homens de biquíni. Não sei como eles suportam adentrar na literatura religiosa e descobrir que um dos mitos mais conhecidos entre todos é o de Adão e Eva pelados num lugar chamado: Paraíso! Sabe o que é? É que é difícil encarar o diferente, quanto mais nos padronizamos, mais damos abertura para esse tipo de visão que cega a população. Desta maneira os ‘santos’ acabam por cristalizar cada vez mais a violência sexista. Esse ato é apenas e ponta do iceberg de inúmeros manifestos contra qualquer tipo de tentativa de expressar-se diferentemente com o corpo feminino que rompe com a opressão e subjugação masculina e ridiculamente, feminina também. Os santos agressores começam assim: gritando, acusando de puta e outros mais, depois os mesmo santos estão cremando vivo o corpo de pessoas que ‘saem da linha’ da moralidade.
    Acordem meu povo! Digam não a violência sexista!

    Fabiana disse...

    O dono do Blog é mesmo um Fanfarrão Fantástico! Destruiu com o debiloide do e-mail anônimo que acusava moralmente a aluna Geisy. É mesmo possível, em pleno século XXI, se esbarrar com uma figura tão bocó como esta? A situação é que acusam a vítima (Geisy) de 'puta' por usar vestido curto? E deste quando isso é crime? No país de bundalêlê como o nosso a preocupação gira em torno de vestido curto? Crime é a corrupção que alastra o pais. Crime é ver seu semelhante morrer de fome. Devíamos estar preocupados com a nossa grande dívida social com as mulheres, negros e pobres. E não cristalizar e instalar o preconceitos num dos campos de saber, a universidade, que deveria jorrar criticidade e estender aos seus alunos a formação de consciências preparadas para o DIFERENTE. Imagino a espécie de profissionais que se formam nessa universidade. São alunos(as) que futuramente estão proferindo e repassando no seu cotidiano os valores mais ocos aprendidos na meio acadêmico. Vamos aqui sepultar a falta de ética da universidade e parabenizá-los por contribuir com o avanço e disseminação do preconceito. Agora façam um pequeno exercício: imaginem essa camada de alunos ‘politicamente corretos’ que acusam a vítima em qualquer praia do pais?! Os santos iriam pisar na batatinha, pirar de vez ao ver corpos de mulheres e homens de biquíni. Não sei como eles suportam adentrar na literatura religiosa e descobrir que um dos mitos mais conhecidos entre todos é o de Adão e Eva pelados num lugar chamado: Paraíso! Sabe o que é? É que é difícil encarar o diferente, quanto mais nos padronizamos, mais damos abertura para esse tipo de visão que cega a população. Desta maneira os ‘santos’ acabam por cristalizar cada vez mais a violência sexista. Esse ato é apenas e ponta do iceberg de inúmeros manifestos contra qualquer tipo de tentativa de expressar-se diferentemente com o corpo feminino que rompe com a opressão e subjugação masculina e ridiculamente, feminina também. Os santos agressores começam assim: gritando, acusando de puta e outros mais, depois os mesmo santos estão cremando vivo o corpo de pessoas que ‘saem da linha’ da moralidade.
    Acordem meu povo! Digam não a violência sexista!

    pululante disse...

    Engraçado - pra não dizer triste - que o texto suscitou exatamente os comentários que procurava execrar...

    Tenho muito orgulho do sexo feminino... e acho a coisa mais burra colocar a culpa na mulher por todos os problemas do mundo. Mas sei lá né, funciona assim desde Adão e Eva. Enquanto houver mulher para absorver a responsabilidade sobre o que é errado, sujo e mau, é o que vai acontecer.

    Infelizmente.
    Ótimo texto, Fausto. Como sempre.

    Anônimo disse...

    Bem como nao colocar a culpa na mulher se foram elas que mais falaram , foram elas que mais apedrejaram. O que que seja feita colocar a culpa do roubo em vez de do ladrao, colocar no dono do objeto. A verdade e para ser dita, quem nao gosta da verdade nao leia!!!!!!!!!!!!

    Internético disse...
    Esta postagem foi removida pelo autor.
    Internético disse...

    Acho que os alunos da Uniban precisam aprender a cuidar de suas próprias vidas e se focar nos estudos,se estivessem mais interessados em estudar,não ficariam agindo em nome de provocações.

    Rafa Moralez disse...

    Gostei do post. muito bom! O Bruka me recomendou seu blog, vou acessar sempre. Dá uma olhada no meu:

    http://boiandoemmocambique.wordpress.com/

    É sobre minha vida atual na Àfrica, mas coloquei lá um desenho sobre o caso Geisi!

    Abração

    Rafa

    Anônimo disse...

    Eu penso que no Brasil não deveria haver lugar para um boteco como a unibambi , é um lugar para formar banana . não tem curso de mérito nem aluno a acompanhar . não tem onde gastar grana? quer fingir que está no cursinho? então a unibimbos tem o lugar certo para você.

    Silvio disse...

    As mulheres não se entendem, depois me chamam de machista. Schopenhauer explica.
    O mesmo tipo de crítica elitista e hipócrita continua.

    Carla Baronne disse...

    Sabe que eu acho? Acho esses alunos e principalmente as Alunas da Uniban, um bando de burros, igual a reitoria, pois eles deviam se unir as feministas e ao mundo normal para aliviar a barra de ser tachados de alunos de uma faculdade porca e escrota... mas não, eles conseguem ser mais burros do que achávamos que eram, conseguem ferrar ainda mais com eles e com a faculdade deles.

    Saudades do tempo que só a elite podia ter curso superior ai ai... por isso faculdade hoje só não basta, precisamos perder mais algumas noites fazendo pós, e mba's... é foda, tudo por causa desse bando de escroto!

    Andréa disse...

    OLá Fausto!
    Minha primeira vez aqui e confesso de cara que foi bom pacas...
    Brincadeiras à parte, gostaria de elogiar a forma com que você abordou o tema. Foi cirúrgico.
    Infelizmente o "caso Geyze" é o resultado de uma série de fatores "tortos", entre eles a própria deficiência dos nossos jovens em questionar coisas reais, tangíveis.
    Oras, se a minha memória não falha, a última vez que tivemos jovens realmente questionadores foi durante o Movimento dos Caras Pintadas.
    E a partir daí, a coisa arrefeceu.
    Além disso, outra coisa que me engasga é o fato de nós mulheres termos lutado tanto pela igualdade, conquistados direitos (e uma milhão de deveres a mais) e a grande maioria da "espécie" continua agindo como nos tempos das cavernas.
    Se for para isso, então pra quê fazer uma lei como a Maria da Penha, pra quê delegacias da mulher ou atendimentos específicos para casos de violência.
    Como alguém disse antes aqui, os próprios "anti-alguma-coisa" são os mais preconceituosos.
    Portanto, julgo isso tudo como uma falsa moral, pra não dizer aqui, uma tremenda cara de pau.
    Bundas de fora e cenas de sexo em novelas no horário nobre e em canal aberto podem, andar de micro-vestido, não.
    Sabe, acho que vou comprar um burca para esse verão, porque senão minhas belas coxas podem ofender alguém!
    Beijo e parabéns pelo blog,
    Andréa

    Anônimo disse...

    Esse bando de macacos pré-históricos ainda não perceberam que não estamos discutindo o caráter de uma pessoa que usa um abajur de xoxota rosa choque e sim o caráter insano de centenas de imbecis hipócritas, preconceituosos e fora de controle???
    Ainda estão insistindo em ter razão??
    Ainda tem gente querendo falar em Moral? Ética?
    Ahhhhh, vão pra puta que pariu!

    Anônimo disse...

    "Saudades do tempo que só a elite podia ter curso superior..."

    "...não estamos discutindo o caráter de uma pessoa (...) e sim o caráter insano de centenas de imbecis hipócritas, preconceituosos e fora de controle?"

    Olha a elite hipócrita se manifestando.

    O quanto será que uma pessoa precisa estudar pra tornar-se esse tipo de gente?

    Imbecis hipócritas são apenas os alunos inquisidores ou a mídia e seus seguidores cegos?

    Isso mesmo, pessoas, continuem apenas seguindo a opinião dos outros.

    Fausto Salvadori disse...

    Alguns comentários estão sendo tão preconceituosos quanto os alunos da Uniban.

    "Saudades do tempo que só a elite podia ter curso superior." Eu li isso mesmo, Carla?

    Com perdão da obviedade, mas vamos lá: é ótimo que filhos de operário tenham acesso à universidade pagando R$ 200 por mês. Não há nada de errado nisso, pelo contrário. Mas esse serviço precisa ter um mínimo de qualidade, e não contar com a complacência do MEC.

    Atender à demanda da classe C não significa oferecer serviço de merda, como muitas empresas parecem acreditar (é só ver a qualidade de alguns jornais populares). Universidades precisariam ter um mínimo de qualidade, ou você criar um ambiente escolar como o da Uniban.

    andrea.maloste disse...

    Ixi...
    Agora a culpa é da elite e da mídia?
    Não foram os próprios Unibans quem postaram os vídeos e fotos na internet com o título: "A puta da Uniban"?
    Quem expôs a Uniban? Quem divulgou? Quem classificou a moça como puta?
    A mídia? A elite?

    Bridget Jones disse...

    Eu particularmente estou um pouco assustada com os comentários. Alguns deles me fizerama creditar que colocar a legenda *sarcasmo* na frente de algumas expressões fosse útil (claro q eu acho q a pessoa q disse tal coisa, não foi sarcástica, mas queria q tivesse sido). Como no caso de dizer que Universidade é só para a elite.

    Educação é sempre edcação. Educação é com certza a única solução plausível a longo prazo para paises como o Brasil.

    Mas voltando ao caso da Geisy, acho hipocrisia da Uniban e hipocrisia dos alunos falsos moralistas.

    Bem, eu tenho um blog, que não é tão informativo quanto o seu (q eu adoro), e na verdade, não tô fazendo propaganda. É q é sempre legal ver gente que eu admiro lendo o blog da gente.

    E as fotos da Bianca são muito boas, viu? Ela tá convidada a dar uma passadinha por lá tb. Afinal, opinião abalizada, nunca é demias!

    www.soupararaiodedoido.blogspot.com

    Carla Baronne disse...

    Bridget Jones e etc... desculpem mas desde quando faculdade de pobre é educação???

    Sim Fausto, concordo com você no que diz respeito ao MEC... mas infelizmente ensino no Brasil ou se paga bem ou se faz uma merda de uma faculdade... essa é a realidade nua e crua, mas já que está aí devemos considerar...

    Faculdade agora é primário, obrigação... por que será? pq qualquer otário pode fazer... qualquer otário pode tirar um diploma, e onde isso? Nessas faculdades de lixo...

    Anônimo disse...

    Bom fausto, eu entendi muito bem o que a anonimo das 14.31 quis dizer com relaçao a cursos superiores para elite , ele pode ter ofendido, mas ele disse a verdade. Agora que, qualquer um tem acesso a educaçao superior, tem muita gente entrando na faculdade, passando a vida nos bares proximo a faculdade, rindo, hostilizando, falando da vida alheia,e quando pega o canudo e nao diploma, o nivel cultural ainda continua o mesmo e o intelectual nem saiu do minimo. E isso, só ta acontencendo porque a entrada em uma escola superior ficou facil demais, o que vem facil nao e valorizado com deveria ser , muitos acham que o que esta facil e acessivel nao precisa ser valorizado. Quando ele dizia saudades da elite, e porque essa elite, dava e ainda da o valor devido a um curso superior, eles culturalmente apoiados pela familia davam mais de si e tinha muito o orgulho e o apoio da familia e hoje o que tem? Nada, ao contrario da plebe que acha que nao precisa mudar e que todos tem a obrigaçao de aceita los de qualquer maneira, tem que aceitar seu modo mulambo de ser. Normalmente as pessoas de nivel elevado mostram mais educação, nao e regra, mas e quase sempre assim. Infelizmente o que o anonimo disse é verdade, doi , mas e verdade, eu que fui da classe baixa e fiz uma faculdade particular nao me ofendo com a verdade dele, porque é isso que ele pensa, nos precisamos falar a nossa verdade e expormos nossas opinioes sem medo de criticas, senao nao estaremos usando o direito a liberdade de expressao.Tem tanta gente com curso superior, ou melhor com um canudo e nao sabe fazer jus ao curso. Pode ate parecer preconceituoso, mas nao é, e o que realmente pensamos, porque a verdade e o que achamos, nem sempre a realidade, mas a verdade .Eu gostaria mesmo que as coisas fossem como antes, dificil para entrar, dificil para continuar e mais dificil para terminar, mas o valor do curso era bem outro. Nao adianta canudo, nao adianta curso superior se voce nao tiver a educaçao de berço e isso esse povo nao tem, esse povo dessas faculdades nao tem, claro que com algumas exceçoes, podemos ver um um nivel cultural melhor em algumas pessoas humildes, mas e dificil mesmo.Eles so querem saber de pagode, de funk, de droga e de balada...o que se pode esperar desse povo, antigamente as pessoas passavam o dia inteiro estudando e as vezes a noite para fazer uma prova e agora nao, o professor deixa voce fazer prova sob consulta, nao precisa nem copiar a materia, ta tudo muito facil demais e as faculdades acham que se o aluno erra, podem tentar rsolver o problema, expulsando e ate mesmo se tornou facil demais ser educador, qualquer um hoje, é professor, claro coitados dos professores, alem de ganharem mal, se bobiarem apanham feio dos alunos. Hoje o aluno publico manda no professor, ameaça, bate, e se o professor reclama com os pais, os pais ficam indignados e querem punir o professor, sabe porque isso porque eles, os pais nao tem educaçao, o que eu chamo de cultura social.

    Anônimo disse...

    Carla Baronne, qualquer otário sempre pode fazer faculdade, antes bastava apenas que tivesse grana, ou "fosse da elite" segundo você, o que prova que fazer faculdade não torna alguém mais tolerante ou menos ignorante.

    Diálogo de Pedras disse...

    A foto da Sra. Cleoni Santos é muito representativa da indignação.

    Os jovens, hoje em dia, são muito mais conservadores e moralistas que seus próprios pais.

    Ontem, no jantar de família, ouvi, também indignado, os comentários das mulheres da família - ah ela não se deu ao respeito. Engoli a seco! Mulheres detonando outras mulheres.

    São essas mulheres que criam, ou irão criar os nossos jovens.

    Pra quem já tomou porrada do Sr. Erasmo Dias na Puc; pra quem já fez manifestação no MEC contra a diretoria do Colégio que xingou nossa colega de porca, só porque derrubou sem querer, um sorvete no chão, fico cada vez mais indignado com os jovens brasileiros.

    Parabéns pelo post!

    Já sou fã!

    Anônimo disse...

    E como disse o rapaz acima, "sao essas mulheres que vao criar nossos jovens" entao eu digo, o que esperar deles, eles irao refletir a educaçao de quem tiveram, se nao esperamos nada dessas barangas, o que esperaremos dos nossos jovens!!!!!!!!!!!!!!!!

    Anônimo disse...

    Pois e, viram ate ontem tinha uma boa impressao da Hebe camargo, mas ela deu uma entrevista, dizendo que a geyse nao pode posar pra playboy porque e gorda, fiquei indigada e ainda disse que a moça nao era bonita . Ai eu pergunto, qual o problema dela ser gorda, por isso ela nao e bonita, ao contrario , as pessoas mais bonitas de rosto que ja vi,sao gordas e dai se ela nao for bonita, porque quem e bonito,? e a Hebe por acaso tem beleza. Ah como e facil falar mal dos outros, o dificil e enxergar os proprios defeitos, se fosse por beleza a Hebe jamais teria botado a cara na tv. Cada uma!!!!!!!, uma mulher formadora de opiniao ,falar uma merda dessa, nem entendo, desculpa pelo merda, mas realmente nao achei um palavra mais apropriada.

    Rodrigo Ramos disse...

    Galerinha galerinha...

    Tudo bem que o ato foi injustificável... Mas "essa vítma" também é pesado.

    Ela tá ligando menos pra tudo isso que vocês. E já deve ter tirado mais cascalho disso tudo que todos os boçais que se acotovelaram pra xingar enquanto ela passava.

    Vamos pro próximo assunto.

    Anônimo disse...

    http://entretenimento.br.msn.com/famosidades/noticias-artigo.aspx?cp-documentid=22624132

    Jhonny disse...

    Maluco, acho que o papo da UNIBAN, da Geisy e tal, começa a ter o sinal invertido, tem gente fazendo com a UNIBAN e com os alunos de lá, o que os alunos fizeram com a estudante.
    Mas as feministas fizeram um ato de protesto né?
    Deu lá no "R7" um protesto que achei bacana, se pans dá uma olhada, vale a pena:
    http://noticias.r7.com/esquisitices/fotos/ativistas-defendem-direitos-da-mullher-na-ucrania-2.html
    Alguém pode me ajudar dizendo como faço para dar aulas na Ucrania?
    Jhonny Cara Feia

    Nina disse...

    Comentei com um amigo: que histeria coletiva... Mas não é não, engana. Isso não existe.

    Quase terminando de ler Roudinesco (A parte obscura de nós mesmos) fica bem mais claro: isso é perversão.

    E uma perversão estranha, ambígua, onde ambos os lados estão alienados em um objeto. A moça alienada no modelo equivocado e estereotipado de mulher e os moços que a levam diariamente para o banheiro, estranha sua presença no "real". E ela ri, como uma menina boba quando na TV a apresentadora lhe faz um elogio, um elogio aos seus cabelos, ao seu corpo, ao seu vestido. Sua cara se desfaz, transita entre a desgraça do preconceito e a felicidade idiota de um elogio vazio. O médico e o monstro... Enquanto lá na sala de aula, a garotada não consegue se expressar, nunca tinham sido solicitados a falar, emitir opinião, posicionar-se. Enrolam-se na língua. "Este vestido pode, esse não, ela não tem ética". O que pode e o que não pode? "A ... mereceu ser discriminada como foi porque ela levantou a saia... Ela estava provocando." (do blog Boteco Sujo)

    "... o crime é cometido em nome de uma norma racionalizada e não enquanto expressão de uma transgressão..." Eu não sei mas ainda acho que o problema não era a moça em si, mas o vestidinho vermelho pink, objeto de fetichismo ou de desejo de travestismo, sei lá. Freud: "apenas o acesso à cultura permite arrancar a humanidade de sua própria pulsão de destruição". Aqui cultura se diz civilizatória. Assim, me parece estar diante de dois grandes vácuos de inteligência: o loirão e a rapaziada. Difícil e penoso jogo de força na frágil corda. Abismos de civilização pretendida. Aff...

    Ainda assim, como mulher o que mais me irrita é a reação das próprias mulheres.


    Lendo a Cult desse mês, sobre o livro LTI: a linguagem do Terceiro Reich de Victor Klemperer: "o relato da organização dos gatos alemães, em que houve uma caça aos gatos que não eram puros, que pertenciam aos judeus". Hilário? Não vejo diferença.


    "Dar cabo da perversão. Eis portanto, na atualidade, a nova utopia das sociedades democráticas globalizadas, pós modernas: suprimir o mal, o conflito, o destino, a desmedida, em prol de um ideal de gestão tranquila da vida orgânica." (Elisabeth R.) Mas e os dicursos perversos? Agente vê eles todos os dias, TV, programinha de humor com humorista pré-retardado, crônicas românticas de escritor visionário, múmia do moon-rá traçando helenas, venda de fé...



    Não sei... ontem vi 2012 e estou procurando uma "arca" prá amarrar meu bode, bem longe de qualquer mulher tipo fruta exportação e de qualquer homem tipo "faço depilação e tomo o leitinho da vovó"...


    Depois de Auschwitz, todos os termos que supostamente definiam o que é próprio do homem foram objeto de um sério questionamento.

    Anônimo disse...

    A educação devia ser acessivel a todos , mas armazens de oportunismo como a unibambi deviam ser eliminados do sistema , mais tarde o curriculum de alguns unibandalhos so servirá para indicar quem quem vem de lá não tem formação digna. Os proprios professores também deveriam ficar indignados , e provavelmente no proximo ano lectivo deverão saltar fora do barco.
    fora com esses bandalhos do sistema

    Carla Baronne disse...

    Anônimo (16/11/09 21:27)
    Sim qualquer otário podia entrar em uma faculdade... Quero ver se conseguia sair!

    O fato de eu ter a minha opinão e expressa-la inclusive fazendo o uso de vernáculos linguísticos (que nesse caso são insubstituíveis), não faz de mim uma pessoa ignorante, e sim uma pessoa que como você tem a sua própria opnião. Sim o ensino de esquina é uma merda! Mas se você acha o contrário tudo bem. E ressalto que existem mesmo alunos incrivelmente inteligentes em faculdades de esquina e escolas públicas, mas para evolução desses é preciso muito estudo por conta própria ou cursos...

    E tolerante, sim eu sou, mas estou aqui para opniar e opino, não saio por aí gritando puta para as mulheres...

    Fausto Salvadori disse...

    Foi vítima, sim, Rodrigo. E nada vai mudar isso. Mesmo que ela saia na capa da Playboy, que faça uma série pornô pela Sexxxy, que participe de reality-shows e que coloque centenas de aplique gratuitos no cabelo. Nada vai mudar o fato de que, naquele dia, ela foi ofendida e ameaçada de estupro por uma turba.

    Quantas vítimas do Holocausto e de outros genocídios não lucraram usando suas histórias em livros, filmes, peças, quadrinhos? E nem por isso deixaram de ser vítimas.

    Eliane disse...

    Engraçado. Pelos comentários que li já notei que todo mundo resolveu expor seus verdadeiros pensamentos em relação ao gênero feminino. E o que li é puro ódio. Do mesmo modo que os homens culpam suas mães pela educação machista imbecilizada que tiveram, será que não é possível ver que eles talvez possuam irmãs, primas, sei lá o quê, que também partilharam dessa mesma orientação estúpida que é passada geração a geração? Também cresci ouvindo que mulher foi feita para as tarefas domésticas enquanto homem não pode fazer, porque pode ficar afeminado. A diferença é que não aceitei isso. A questão é que os homens estão bem confortáveis em suas posições de vítimas da educação materna, quer dizer, têm cosnciência de que é errado, mas se aproveitam disso. |Ou está tão enraigado em suas emntes de que as mulheres são apenas um buraco que eles usam e depois falam mal para os amigos. Ô mundo deprimente. Eu é que não quero ter filhos, porque eles vão ser educados diferentemente e vão sofrer em meio a tanta podridão. Mulheres machistas conclamando um mundo dominado por homens, por considerar seu gênero imcapaz de superar sua educação. :-((

    Junior Bellé disse...

    Nada mais normal. Alguns espanóis defenderam Franco, brasileiros glorificam Getúlio, alunos da Uniban fazem isso. É triste.

    Anônimo disse...

    @Carla Baronne:
    Realmente vc não chamou nenhuma mulher de puta, como os alunos da Uni(tale)ban,
    você "apenas" disse que a educação deveria ser um previlégio dos ricos e que os pobres deveriam permanecer igonantes.

    Anônimo disse...

    uma coisa é a bestialidade dos alunos ignorantes da Uniban, outra coisa é a idiotisse dessa garota boba que deve assistir novela todo dia, outra coisa é elea fazer o que quiser com seu corpo e vender o que quiser. E tudo é uma merda.

    Bem lembrado sr. Fausto, a historia do Holocausto ser contada... tudo precisa ser contado, essas coisas precisam ser contadas 1000 vezes pra ninguem esquecer. O problema é que quando alguem contar essa historia da uniban, o fim vai ser de engasgar: a moça virou a Boza e saiu na Playboza vestida de estudante... feio isso né? num é final feliz prá "causa". A troxa joga todo esforço de pensantes no esgoto... mas ela também é estudante da uniban num é? ué...
    helen

    Fausto Salvadori disse...

    Não concordo, Anônimo. A Geyse é uma mulher que luta pelo direito de se vestir do seu jeito e ser chamada de gostosa onde e como quiser, seja na rampa da universidade ou na Playboy, sem precisar ser apedrejada por isso. Bobagem? Nada. Ela luta pelo direito a ser livre.

    Anônimo disse...

    acho que tu nao entendeu Fausto... ela não ajuda nada nesse luta por liberdade sendo burra e arrumando emprego na globo. a escolha é dela, de como usar essa historia.
    anônima não, leia até o fim: helen

    Fausto Salvadori disse...

    Helen, desculpe pelo engano. Ela é burra por aparecer no Casseta e Planeta, é isso? Novo grito para a Geisy, então. Buuurra, buuurra!

    Anônimo disse...

    não fausto ela é burra por ter escolha e continuar sendo burra... ok, chega, a si laska... (rs) como eu disse, a historia termina na hora do recreio, de novo, ou em pizza, ou em playbozo.. ah.. poderia ter outro fim... sempre!
    abs
    Helen

    Anônimo disse...

    E a verdade e que tem um bando que mal passou pelo primario e colegial e ja entrou para a faculdade, dado a facilidade do sistem.Alguns fizeram supletivos, cerca de um ano, e ja se sentiram no direito de pegar um canudo , claro e tudo tao facil, e so pagar nao precisa nem estudar. A elite de estudante, talvez nao fosse a elite do poder economico, mas com certeza era a elite da educaçao,e a elite do conhecimento, e com isso se tornaram uma elite com poder economico.Hoje, vergonha,dessa faculdades que mais parecem extençao do primario, em todos os sentidos.Nao se faz faculdade para educar , mas sim para aprimorar a educaçao recebida em casa, que ja nao e mais a mesma porque os pais delegam as escolas, mas a escola nao pode tentar educar porque os pais discordam. Entao qual a soluçao, a educaçao basica nao tem jeito essa se aprende em casa, os pais tem que ensinar , mas como se eles, os pais nao tem os principios basicos de um educaçao sustentavel. O tal "bom dia", o "boa tarde" e o boa "alguma coisa", ja nao se escuta mais, e o tal do 'obrigado" ah esse quanto tempo nao escuto mais . Esses dias fui ao supermercado e estava escolhendo abacaxi , eu estava tentando pegar o maior abacaxi, ate ai normal e tinha uma senhora por perto e ela quando viu que eu ia pegar o abacaxi, lançou a mao sobre o mesmo e retirou , fiquei sem entender esse tipo de coisa, e depois disse "esse daqui eu quero", eu respondi, senhora, "tudo bem ", para mim e indiferente. Depois analisando a situaçao, fiquei me perguntado, e me questionando sobre o nivel do ser humano de hoje , me desrespeitou por causa de uma gramas a mais de um abacaxi. Quanta mesquinhagem o ser humano tem!!!!! e sem contar naquelas senhoras que vao comprar ovos e ficam tirando os ovos menores e colocando os ovos maiores dentro da embalagem. Nossa e cada uma !!!!!! , e tanta mesquinhagem. Como o ser humano pode estar mesquinho, ele briga por qualquer coisa, qualquer causa. Sera que umas gramas de abacasi sao tao importantes e fazem tanta diferença assim, que gente nojenta, oh Cristo!!!!e sao pessoas que tem, é um supermercado caro , um dos mais caros.As mulheres sao as mais selvagens!!!!!Essa semana fui ao um restaurante com uma irma e ela estava com um bebe de colo, e proximo dela e da mesa que iriamos sentar tinha uma outra mulher com um nenem dentro do carrinho, entao a minha irmã nao poderia sentar, porque o carrinho do bebe se fechava na cadeira, entao ela pediu a mae da criança que empurrasse o caminho mais para o canto para que ela tambem com seu bebe pudesse sentar e a mulher repondeu, " Eu nao posso, porque se nao meu filho nao pegar ar!. Naquela momento me senti enfurecidda, logo entrei no assunto e respondi para ela '" Nao e so voce que está com criança, ela tambem esta, o que ela deve fazer entao , se voce nao quer afastar o carrinho, como ela vai sentar no lugar destinado ao proximo cliente? Nesse momento a mulher caiu e em si e começou a afastar a mesa, as vezes,eu entendo que a gente precisa fazer as pessoa raciocinarem e coloca las na sua posiçao de direito e nao de fato , porque elas estao tao egoistas, que muitas vezez aceitamos tudo. Ah mas eu nao aceito nao!. Fico pensando , fiz um retrospecitva de tudo que passei e percebi, que todas a minhas desilusões como ser humano vieram por parte das mulheres, 98 por cento fui e fiquei mal por causa das mulheres, sejam elas negras ou brancas , mas foi com elas. O homens tem la seu defeitos, ah mas eu prefiro eles, porque tem muitos ruins, mas tem aquelas muitos bons. Nao posso entender como cheguei a esse ponto de nao querer minha propria raça, ou genero, mas estou sentindo que cada vez mais quero me afastar das mulheres. Estou sentindo um nojo tao grande de mulher, QUE JA PARECE QUE NAO E NORMAL. depois desse fato com a geyse A SITUAÇAO ainda piorou mais.

    andrea.maloste disse...
    Esta postagem foi removida pelo autor.
    wagner disse...

    Vejam a música que alguém compôs para a Geisy:

    UMA BURCA PARA GEISY



    por Miguezim de Princesa



    I

    Quando Geisy apareceu

    Balançando o mucumbu

    Na Faculdade Uniban,

    Foi o maior sururu:

    Teve reza e ladainha;

    Não sabia que uma calcinha

    Causava tanto rebu.



    II

    Trajava um mini-vestido,

    Arrochado e cor de rosa;

    Perfumada de extrato,

    Toda ancha e toda prosa,

    Pensou que estava abafando

    E ia ter rapaz gritando:

    "Arrocha a tampa, gostosa!"



    III

    Mas Geisy se enganou,

    O paulista é acanhado:

    Quando vê lance de perna,

    Fica logo indignado.

    Os motivos eu não sei,

    Mas pra passeata gay

    Vai todo mundo animado!



    IV

    Ainda na escadaria,

    Só se ouvia a estudantada

    Dando urros, dando gritos,

    Colérica e indignada

    Como quem vai para a luta,

    Chamando-a de prostituta

    E de mulherzinha safada.



    V

    Geisy ficou acuada,

    Num canto, triste a chorar,

    Procurou um agasalho

    Para cobrir o lugar,

    Quando um rapaz inocente

    Disse: "oh troço mais indecente,

    Acho que vou desmaiar!"



    VI

    A Faculdade Uniban,

    Que está em último lugar

    Nas provas que o MEC faz,

    Quis logo se destacar:

    Decidiu no mesmo instante

    Expulsar a estudante

    Do seu quadro regular.



    VII

    Totalmente escorraçada,

    Sem ter mais onde estudar,

    Geisy precisa de ajuda

    Para a vida retomar,

    Mas na novela das oito

    É um tal de molhar biscoito

    E ninguém pra reclamar.



    VIII

    O fato repercutiu

    De Paris até Omã.

    Soube que Ahmadinejad

    Festejou lá no Irã,

    Foi uma festa de arromba

    Com direito a carro-bomba

    Da milícia Talibã.



    IX

    E o rico Osama Bin Laden,

    Agradecendo a Alá,

    Nas montanhas cazaquistãs

    Onde foi se homiziar

    Com uma cigana turca,

    Mandou fazer uma burca

    Para a brasileira usar.



    X

    Fica pra Geisy a lição

    Desse poeta matuto:

    Proteja seu bom guardado

    Da cólera dos impolutos,

    Guarde bem o tacacá

    E só resolva mostrar

    A quem gosta do produto.

    Rodrigo Ramos disse...

    Concordo Fausto,

    Foi uma das coisas mais nojentas que já vi pessoas fazendo. O vídeo que você postou aqui na primeira notícia sobre o assunto me deixou até meio doente de tanta irritação.

    Mas depois a gente percebe que a própria vítma não está ligando pro caso como todo mundo está.

    Neste caso, eu acho vítma um pouco forte. Pois vítmas mesmo foram as que você citou, como muitas e muitas outras que existem neste país de trogloditas.

    T. disse...

    Também estive na manifestação, e fui vestida de puta, pra defender o direito das putas à dignidade e ao respeito. Pensei alguma coisa muito simples, pra mim até óbvia. Seria mais ou menos nessa linha: qualquer militância tem um papel pedagógico. Se eu quero atacar os estudantes da uniban (que vão estar necessariamente em maior múmero, e evidentemente ainda não se tocaram com a questão do respeito à mulher como sujeito de sua sexualidade, além disso, vão defender a faculdade porque seu interesse em se formar vem primeiro, e é legítimo que seja assim se considerarmos o contexto de sua formação), bem, se eu quero atacá-los, e considerar que eles são o inimigo, não vou à sua presença. Marco a manifestação em outro lugar, num lugar simbólico, longe deles, e falo que eles têm que ser punidos. Se eu marco a manifestação lá, por outro lado, e sei que vou estar em menor número, ainda por cima, então deve ser porque eu acho que meu papel é dar um chacoalhão na consciência dos caras. Isso não vai ser feito dizendo que eles são uns escrotos. Mas podia ser feito com um pouco de leveza e bom humor. E eu pensei que a manifestação fosse ter este caráter, e fui pra lá de boa. Confesso, no entanto, que fiquei muito mais desapontada com as feministas do que com os estudante. Que tipo de militância é esta que espera que o “inimigo” declarado venha e te peça desculpas? Além disso, quando as feministas viram que a gente vinha brincando de puta, pra testar a reação, ao invés de, como a maior parte dos estudantes, ficarem intrigadas, não, ficaram foi indignadas: “Mas a Geyse não é puta!”
    E por acaso faz diferença, então?
    Que p. de feminismo é essa? O que exatamente elas foram lá defender? O que foram atacar? Estudantes que bem ou mal querem se formar, eles mesmos, ou uma mentalidade, que está muito além daqueles homens, daquelas mulheres, da uniban?
    Você disse, em certo ponto, que só recebendo dinheiro alguém estaria ali, e você estava ironizando a despolitização dos alunos da uniban. Mas a coisa é mais grave: quase que na sua percepção óbvia eles tinham toda a razão. Quase toda a militância que esteve lá era profissionalizada, gente que dedica a vida ao chamado “terceiro setor”. A imensa repercussão que a coisa teve na internet não obteve eco nenhum no ato em si mesmo. E isso me chamou um segundo pensamento, que é a internet como falsa esfera pública. As pessoas entram nos blogs e conversam porque querem, e só lê um blog que pode ajudar uma consciência a se emancipar quem já tem, ao menos em parte, a “consciência emancipada”. Quer dizer, não atinge a mentalidade hegemônica, não interfere no senso comum dominante. É como uma sala de estar num condomínio com a porta aberta pra os outros moradores daquele condomínio. O que poderia ter um papel pedagógico, o ato público, fica pra os outros. E quem sobra é quem é obrigado a ir, quem vai a trabalho. A militância profissionalizada das ongs.
    Que ainda espera um tapete vermelho. Ou seja, não tem a mínima clareza de seu papel social educativo.
    Não falo de você, que foi, nem de mim, que vou. Mas veja, somos exceções. E acho que temos que tomar cuidado pra não ficarmos alimentando a boa consciênicia de quem “defende” a liberdade entre as paredes de sua casa, no seu laptopzinho.

    Carla Baronne disse...

    Acho que pobre tem direito a educação sim, mas uma educação de qualidade... se não é melhor ficar em casa mesmo, se não for pra ser um bom advogado melhor é ser um bom pedreiro.

    Passo mal de pensar que daqui a alguns anos vamos ter advogados, pedagogos, medicos, psicologos... todos oriundos de um ensino a la Uniban... credo!

    Quando for a um médico vou perguntar onde ele é formado... vai que vou num psicologo que tenta me convencer que estou errada de usar mini saias... kkkk

    Na boa... medo muito medo!

    Enfim, sobre a Geyse posar na playboy, participar de programas... minha opnião é: ela ta certissima! Se ela quer ela tem q ir... são trabalhos.

    Sobre ela não estar se importando, oras, algumas pessoas queriam ve-la chorando e descabelando nos programas de TV... o importante não é o que ela pensa e sim o que ela representou para mulheres nesse terrivel acontecimento.

    Fausto Salvadori disse...

    T, muito interessante o seu comentário/depoimento.

    Falou e disse, Carla. Agora, sim

    Fausto Salvadori disse...

    T,

    sobre o papel da internet, acredito que ela é, sim, uma esfera pública. O erro é acreditar que ela é A esfera pública.

    Acho que manifestações que reúnem poucas pessoas mas rendem grande mídia têm lá o seu papel, sim. É o modelo do impacto midiático adotado por Greenpeace e Peta. Quando dão certo, podem chamar a atenção de desavisados, que saiam da rua e entrem por acaso no condomínio (para utilizar sua metáfora). Mas podem ser mera performance dos militantes para si mesmo, que vão para casa acreditando que fizeram sua parte, mesmo que ninguém os ouça (como parece ter sido a ação das feministas na Uniban).

    Eu diria que ações/discussões na internet são um complemento, nunca um substituto para ações no mundo real.

    Interessante o que você comentou sobre a maioria dos manifestantes, de um jeito ou de outro, serem "profissionais".

    E estou me sentindo um repórter de meia-tigela por não ter entrevistado você, que tinha tanto o que dizer.

    Anônimo disse...

    Carla barone, como sempre, muito feliz em seus comentarios, parabens!!!!!!!!!

    Anônimo disse...

    Eu nao penso que os militantes feministas nao foram ouvidos, eles podem nao ter sido ouvidos ali na uniban, mas essa manifestaçao ecoou em todo o brasil.talvez nao tenha atingido o publico alvo, mas atingiu alem disso, e nao importa se nao conseguimos chegar na hora marcada, o importante e que comparecemos. O importante sempre e que façamos nossa parte, seja para um consciencia tranquila, ou seja para conscientizarmos as pessoas, as duas formas sao validas, as duas formas produzem efeito, .... Só nao adianta ir la e deppois achar que nao deveria ter ido, se isso aconteceu, a pessoa nao foi por acreditar no movimento, foi talvez sem saber o verdadeiro motivo que a motivou estar ali.Nao importa se nao conseguimos o resultado esperado, o importante e que plantamos a semente.Essa manifestaçao foi importantissima ,ate mesmo para aqueles que nao gostaram. tenho certeza, que dentro de si cada pessoa ali, estudante ou nao, vai rever seus conceitos, como aconteceu com a diretoria da \uniban que percebeu que estavam errados nos seus julgamento ou radicais demais, ainda que digam o contrario.Bravo a essas mulheres feministas.!!!!!!!!!!Parabens a elas

    Evaldo Novelini disse...

    Fausto, tá famosão, hein. A Sonia Racy, em sua coluna Direto da Fonte, n'O Estado de S. Paulo de hoje, enumera o que chama de "detalhes pouco conhecidos". Tópico 3: "Fausto Salvadori Filho, o primeiro a denunciar o caso em blog, sofreu ameaças".

    Fausto Salvadori disse...

    Evaldo,

    a coluna da Sonia Racy é ruim e essa nota é totalmente sem noção.

    O caso não foi "escondido" durante uma semana pela Uniban e pelos alunos. Simplesmente não virou notícia porque ocorreu fora dos radares dos jornalistas: o fato se deu numa faculdade de classe C, lá no ABC paulista, e, como não houve registro de ocorrência, não chegou ao conhecimento dos órgãos públicos, principal fonte de pautas dos veículos de imprensa.

    Os outros dois fatos "pouco conhecidos" só deviam ser desconhecidos para o repórter que escreveu a nota.

    Os vídeos postados no Youtube xingavam Geyse de puta? Ah, vá!

    O blogueiro sofreu ameaças? Saiu na Folha Online.

    E diziam que a saída de Cesar Giobbi era um progresso.

    Lisandra disse...

    Essas mesmas aluninhas da UNIBAN que vaiaram a Geisy são as mesmas que mandam vídeos semi-pornôs para concorrer a uma vaga no BBB.

    Adorei seu texto.

    Abraços.

    Evaldo Novelini disse...

    Fausto, meu comentário era uma ironia...

    Fausto Salvadori disse...

    De boa, Evaldo, eu sei. É que me deu vontade de comentar sobre isso aqui. Como um jornalista experiente consegue cometer tantos erros numa nota tão curta?

    Rafaela Caran disse...

    Fiquei assustada quando foi publicada a reportagem sobre o fato ocorrido.A ação de diversos alunos que desrespeitaram a aluna Geisy é espantosa, de certa forma preconceituosa ao meu ver.
    Não se julga alguém pelo que veste.No caso da aluna a roupa estava curta sim, se para a universidade a roupa da aluna é inadequada o que a autoridade da UNIBAN deveria ter feito é colocado a Geisy em uma sala e com ajudas dos professores abafado a situação, pois isso é possível e é o mínimo, como a faculdade deixou sair do controle essa situação?
    Quem é a autoridade, os alunos ou a UNIVERSIDADE?
    Lamentável a situação.A Geisy afirmou que ja usou aquele vestido outros dias, e porque somente esse dia foi xingada dessa forma?
    É difícil acreditar nessa situação, a maioria dos alunos tem mais de 18 anos, e agem assim?
    Sabia que ocorria problemas desse tipo em escolas agora em universidade?
    Existe meninas que vão a faculdade de top e minissaia e não ocorre nada por que esse tumulto?
    Se ela fosse prostituta, que é uma profissão, ninguem tem o direito de desrespeitá-la.

    Espero que realmente ela consiga passar por tudo isso numa boa, sequelas ficarão sem sombra de dúvidas.É uma dor enorme ser humilhado como essa menina foi.Se ficamos chateados quando alguem diz algo ruim sobre nós imagina uma multidão nos ofendendo,muito triste.

    Carla Baronne disse...

    Galera, uma coisa pra se pensar: meninas magrinhas estilo modelos de passarelas usam saias curtas e não chamam tanta atenção (claro por conta de terem um bumbum pequeno), mas se uma "gostosona" colocar a mesma saia é considerada vulgar...

    Afinal o que é vulgar?

    Ter um bumbunsão e os homens olharem pra você e imaginar você dando?

    Os homens fantasiam o tempo todo mesmo? (duvida pessoal mesmo... rs)

    Se eu der tesão em um cara sou puta?

    Coisas pra se pensar...

    Anônimo disse...

    Ninguém luta por nada não. Todas elas só querem aparecer na Globo. Tanto as alunas que xingaram a Geise como a própria Geise.
    Basta aparecer uma oportunidade, só uma, que é o que elas querem...

    Anônimo disse...

    Não me levem a mal, mas essa merda de faculdade tem que pegar fogo.

    Putaria é essa prostituição do ensino superior na porra do país, que continua reclamando que "pobres não tem acesso", que tipo de acesso você pode dar pra uma camada da população onde uma ínfima minoria MERECE ter acesso à formação? Você dá liberdade, enche uma porra de uma entidade 'educacional' com uma porrada de imbecis e mais uma meia-dúzia de recalcadas que reclamam que a gordinha vai de vestido curto. A Universidade dos caras já é uma putaria mesmo, que mal faz ir à carater?

    Anônimo disse...

    *universidade tem que pegar fogo.

    Perdão, é tão lixo que eu até me perco na categoria.

    Anônimo disse...

    UNIVERSIDADE pegar fogo.

    Perdão, mas é tão lixo que eu até me perco na hora de categorizar essa porcaria.

    Anônimo disse...

    Excelente post. Há tempos não via uma matéria como essa.

    Fausto Salvadori disse...

    Carla,

    se você com seu bundão der tesão em um cara na rua, está alegrando um pouco mais o dia dele. Merece uma medalha.

    E nem é preciso tanto. Tenho um amigo que fica de pau duro só de ver evangélicas de saia longa.

    Carla Baronne disse...

    kkkkkkk boa

    Anônimo disse...

    Bem pensado, o problema entao nao e mesmo a roupa e sim o tipo de material que tem sob a roupa. Alguem tem culpa de ter um corpao que provoca alguns barbados?
    Coloca uma modelo com uma saia curta, esta que e considerado modelo de beleza para a sociedade e coloca uma outra moça, mais cheinha e com o bumbum mais vantajoso, com certeza, os homens vao parar para observar aquela do bumbum grande.Entao logo percebemos que os homens devem se segurar mais e se respeitar, porque o verdadeiro homem e fruto do controle!

    Anônimo disse...

    Nunca vi um caso assim, não têm um lado que preste é merda por todo lado! vejam só:

    A Busicleide é uma imbecil, os colegas que a lincharam uns imbecis, a reitoria cometeu uma imbecilidade.

    Então a midia espertaralha tenta fazer a imbecilidade de aproveitar-se dessa imbecil para fazer uma marola imbecil. As feministas indignadas criam um caso imbecil encima dessa imbecilidade...

    Putaqueospariu que vergonha....

    Anônimo disse...

    Nossa sou como seu amigo, adoraria sodomizar uma evangélica de saiona!

    Luiza Senna disse...

    Muito bom o seu texto e a forma como você abordou o assunto. Só não gostei mesmo do sub-título. Você dá a entender que feministas não são mulheres.
    Abraços

    O BLOG OFICIAL ZXY disse...

    O texto mais completo sobre o caso da uniban que já li...
    Parabéns pela paciencia em relatar tudo isto