9 de dezembro de 2009

Carne e pedra

Ligeira como uma rapidinha de banheiro, durou três dias a exposição Carne e Pedra, de Autumn Sonnichsen e Tomaz Capobianco, na Galeria Lucky Bastards, em Pinheiro. O tema da exposição era "a pele macia da mulher nua contra a cidade fria", ou seja, é um monte de gostosa tirando a roupa pela cidade. Já acabou, mas pendurar as fotos num post ajudam a dar uma alegrada neste Boteco.

Quem quiser pode comprar versões das fotos impressas em lona, que os autores estão vendendo em uma edições limitadas de dez cópias, através do e-mail info@autumnsonnichsen.com. E, como lembra Autumn, são impressões "à prova d'agua, bom para colocar no banheiro".





7 Meteram a boca:

Anônimo disse...

MARCIA DIZ: (?)
não entendo sua visão de gostosa... afinal, é só o que tá fora de casa?

Lampião disse...

Eita, as vezes o boteco fica melhor, bem melhor com mulher pelada.
Lamp

Fausto Salvadori disse...

Lamp, só não vai dizer que estava faltando sexo no blog, né? Já tem resposta pronta para isso: http://www.botecosujo.com/2009/03/faltasexo.html.

Lampião disse...

Se liga mano!
Lamp

Fausto Salvadori disse...
Esta postagem foi removida pelo autor.
Fausto Salvadori disse...

Carla,

a modelo da foto não foi vítima de abuso. Ela posou para a lente de uma outra mulher de livre vontade (veja o que diz a autora das fotos nesse artigo).

Muita gente, homens e mulheres, gosta de bondage. Fantasias de dominação e submissão fazem parte do jogo sexual — praticado entre adultos, de forma consensual.

Você não gosta? É seu direito curtir só papai e mamãe; não é seu direito impor suas preferências sexuais ao restante das mulheres.

Relacionar fetiches que não fazem mal a ninguém com o estupro real, que é um crime hediondo e filho da puta, é pura ignorância. É uma pregação moralista que acaba limitando a liberdade sexual das próprias mulheres. Elas não podem gostar de amarrar e serem amarradas por que outras mulheres, como você, acham que isso é coisa de "doentes" e estupradores? É como dizer que fazer sexo oral ou anal é coisa de piranha...

Voltemos à era vitoriana e aos lençóis do tálamo com buracos próprios para o marido penetrar sua nubente sem tocar nem ver o corpo dela para não conpuscá-la com a lascívia!

João Pedro disse...

Resposta perfeita.